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Bacharel em Direito
José Antonio Alves
Guaratinguetá (SP)
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José Antonio Alves
Comentário ·
há 7 anos
Direito do consumidor: produto vencido nas prateleiras
Lais Helena da Silva
·
há 8 anos
Em que pese não ser proprietário de nenhum estabelecimento comercial, tipo, restaurante, supermercado, etc., não concordo com essa lei não, alias, no meu entender é até inconstitucional, senão vejamos: em um supermercado de grande porte, com grande movimento de cliente, o funcionário responsável pela reposição dos produtos nas prateleiras pode esquecer, algum produto passar despercebido com sua validade. O individuo vai comprar o produto e constata sua validade vencida. Ora, se ele não adquiriu, não há por que ser obrigatório dar-lhe outro produto, pois não houve prejuízo a ele. Na verdade essa lei vem favorecer aqueles que usam de má-fé, por que o individuo vai no supermercado apenas para procurar produtos vencidos e fazer sua compra sem gastar um centavo.
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José Antonio Alves
Comentário ·
há 9 anos
Prisão, coisa do passado
Canal Ciências Criminais
·
há 9 anos
De pleno acordo, está na hora do brasileiro acordar e ver que a tão sonhada democracia, a tão sonhada liberdade que dizem não existir na ditadura militar está cada vez mais longe de ser conquistada. Na ditadura militar podíamos sair as ruas tranquilamente que só éramos abordados pela policia e constatado que não éramos nenhum delinquente, voltamos para casa tranquilo, porém hoje se sairmos no portão de casa, e olha que não precisa ser a noite, corremos o risco de sair dali em um carro do IML. Então cadê a liberdade almejada? Quem defende esse câncer que assola a sociedade, na verdade vive protegido por seguranças particulares, quando veem uma criança pedindo uma moeda no semáforo, simplesmente fecha as janelas de seu carro, e depois vem dar uma se bom samaritano, querendo se aparecer na mídia como defensores de injustiçados.
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José Antonio Alves
Comentário ·
há 9 anos
Prisão, coisa do passado
Canal Ciências Criminais
·
há 9 anos
Meu caríssimo André. Como humanizar um sistema onde não se tem humano? Ninguém coloca alguém em uma jaula quando esse alguém é sociável. Como chamar de humano uma pessoa que tira a vida de um pai de família, como tratar como ser humano uma pessoa que, na sociedade, se comporta como verdadeiro animal? E não me venham com essa história de que isso é um problema social, não concordo, isso é vagabundagem. Hoje ninguém quer trabalhar, quer é viver as custas do alheio, não se preocupa com a vida de mulheres, crianças, etc., então como chamar isso de ser humano? Quanto a Cracolândia, ali não existe doentes, existem sim pessoas sem caráter, sem vergonha na cara, pois até hoje não vi nenhuma criança nascer com um cachimbinho de crack ou um cigarrinho de maconha na boca. Iniciaram no caminho das drogas depois de praticamente adolescentes, e pior, não querem ser tratados. Então uma pessoa com câncer não quer se curar? Por isso digo e repito, até me provarem o contrário, isso é falta de vergonha na cara. Não aceito também dizer que a criminalidade é problema social, pois a maioria da população é de classe média, e mesmo alguns que vivem na classe baixa não se enveredaram pelo caminho do crime. E tem mais, se é social, por que temos indivíduos da classe alta na criminalidade. A pura verdade o que falta é leis mais duras, é acabar com mordomias de preso, o vagabundo vai para a prisão para se arrepender daquilo que fez, arrepender de seus crimes, mas o que se tem, realmente é uma oficia de bandidos, pois recebe alimentação, assistência médica, auxilio reclusão, entre outros benefícios pagos por nós contribuintes, e ainda tem direito a banho de sol, visita intima, etc. Ou seja, os presídios na verdade viraram colônias de férias, pois se fosse mais rígido, ninguém queria retornar.
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Notícia ·
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